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segunda-feira, 7 de março de 2011

Exposição "Energia"


Tive o prazer de participar da “Exposição ENERGIA”, Instalação lúdica e interativa no SESC Itaquera. O espaço apresenta, de forma inovadora, uma viagem pelo mundo da energia e estimula o público a refletir sobre o presente e o futuro energético da humanidade. A relação entre o Sol, Energia e Vida; O Mundo Fóssil, do átomo, Eletricidade e Fontes Renováveis; a Cultura do Consumo, o Corpo, a Casa e a Cidade, além da Construção do Futuro.
Visita monitorada a cada 30 minutos: Espaço "Energia" - www.sescsp.org.br/energia















Ótima idéia!!!























































































































Minha cunhada experimentando a energia rsrsrss







































Áreas vermelhas... concentração de calor na pele









































































































































simulação de um tornado...




















O Parque ainda conta com uma deliciosa área verde, espaço para tomar banho de sol... fazer picnic, além de atividades, exposições ao ar livre, oficinas e diversão para os visitantes.

sábado, 5 de março de 2011

"Segredos" - Animação

Muito legal esta animação do clipe "Seredos" - Frejat :)



Mãos Mágicas

Cookie Blues

Do Vento








Do Vento

Alimenta o fogo
atormenta o mar
arrepia o corpo
joga o ar no ar


leva o barco a vela
levanta os lençóis
entra na janela
leva a minha voz


nuvens de areia
folhas no quintal
canto de sereia
roupas no varal


tudo vem do ven-tudo vem
do vento vem tu-do vento vem
do vento vem tudo
tudo bem


sacode a cortina
alça os urubus
sai pela narina
canta nos bambus


cabelo embaraça
bate no portão
espalha a fumaça
varre a plantação


lava o pensamento
deixa o som chegar
leva esse momento
traz outro lugar


(Arnaldo Antunes/Paulo Tatit/Sandra Peres)

"Chiaroscuro"

Visitação a Maria: habilidade, tratamento das zonas de luz e sombra e a modelação de rostos. Abaixo, retrato da segunda esposa de Rubens, Hélène Fourment com sua filha, numa de suas fases mais intimistas


































acima, exemplo de efeito de "CHIAROSCURO" - David e Golias de Caravaggio


O chiaroscuro (palavra italiana para "luz e sombra" ou, mais literalmente, «claro-escuro») é uma das estratégias inovadoras da pintura de Leonardo da Vinci, pintor renascentista do século XV, junto ao sfumato. O chiaroscuro se define pelo contraste entre luz e sombra na representação de um objeto. Também chamado de perspectiva tonal. A técnica exige um conhecimento de perspectiva, do efeito físico da luz em superfícies, e das sombras, da tinta e de sua matização. O chiaroscuro define os objetos representados sem usar linhas de contorno, mas apenas pelo contraste entre as cores do objeto e do fundo; faz parte de uma idealização que inclui a experiência da pintura contrariando, de certo modo, a linearidade que caracteriza a pintura do Renascimento – os personagens de Leonardo existem em um espaço primariamente definido pela luz, em oposição a uma estrutura definida a partir da perspectiva na quais corpos e objetos são apenas distribuídos individualmente.

O chiaroscuro reproduz na pintura a passagem da luz que ocorre nos objetos reais, simulando assim seu volume. Percebemos assim um volume tridimensional a partir das luzes e sombras, o que situa da Vinci no âmbito do Renascimento – no âmbito da estruturação espacial dos corpos pintados como parte da espacialização lógica definida e unificada pela perspectiva. Nesse sentido, podemos fazer um paralelo com as obras de Donatello e Masaccio. A problematização da luz como modeladora da imagem e da representação leva os artistas do século XVI, no Maneirismo e Barroco, a considerar as implicações psicológicas, os problemas técnicos e a categorizar a iluminação (nos retratos formais, por exemplo). Desse modo, motivos escuros com iluminação dramática por um foco de luz vindo de uma única fonte geralmente não representada caracterizavam as pinturas de Ugo da Carpi (cerca 1455- cerca 1523), Giovanni Baglione (1566-1644) e principalmente Michelangelo Merisi da Caravaggio (1573-1610), que dá origem ao espírito do barroco e a toda uma escola de pintura italiana que se conheceu como Tenebrismo, onde os princípios do chiaroscuro são levados a um extremo. Do mesmo modo, nas naturezas mortas percebemos a necessidade de exercitar a pintura de objetos transparentes, metálicos e reflexivos, o que pode ser interpretado como uma crescente evidência da importância da luz, que será cada vez mais percebida como condição da forma visual, em vez de elemento que faz parte dela.

A percepção das cores

clique nas imagens para ampliá-las...












Combinações Harmônicas:









































A cor é percebida através dos cones na nossa visão. Existem no olho cerca de seis milhões de cones e a ausência ou deficiência dos cones causa o daltonismo. A cor representa uma percepção para o cérebro e o estimula a diferenciar uma cor da outra. Assim, o cérebro aprende a corrigir a cor dos objetos, ou seja, se usar óculos escuros, ao tirá-lo o cérebro mostrará tudo escuro por um tempo até que perceba que deve deixar a correção.

O emocional liga a cor a uma determinada situação:

- Vermelho; perigo, quente, excitante, sexo.

- Azul; masculino, frio, calmo, estável.

- Branco; puro, honesto, frio.

- Pastel; feminino, sensível, delicado.

- Laranja; emoção, positivo.

- Negro; morte, poder, autoridade, seriedade.

- Rosa; feminino, quente, ardente.

- Verde; natureza, conforto, esperança, dinheiro.

- Amarelo; sol, calor, calma, tranqüilidade.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Releituras Muito Loucas!

Nem Morta!

Era uma vez... numa terra muito distante...uma princesa linda, independente e cheia de auto-estima.
Ela se deparou com uma rã enquanto contemplava a natureza e pensava em como o maravilhoso lago do seu castelo era relaxante e ecológico...
Então, a rã pulou para o seu colo e disse: linda princesa, eu já fui um príncipe muito bonito.
Uma bruxa má lançou-me um encanto e transformei-me nesta rã asquerosa.
Um beijo teu, no entanto, há de me transformar de novo num belo príncipe e poderemos casar e constituir lar feliz no teu lindo castelo.
A tua mãe poderia vir morar conosco e tu poderias preparar o meu jantar, lavar as minhas roupas, criar os nossos filhos e seríamos felizes para sempre...
Naquela noite, enquanto saboreava pernas de rã sautée, acompanhadas de um cremoso molho acebolado e de um finíssimo vinho branco, a princesa sorria, pensando consigo mesma:
- Eu, hein?... nem morta!

Luís Fernando Veríssimo

Poema Felicidade - Fernando Pessoa

Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário.
Alague seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas.
Se achar que precisa voltar, volte!
Se perceber que precisa seguir, siga!
Se estiver tudo errado, comece novamente.
Se estiver tudo certo, continue.
Se sentir saudades, mate-a.
Se perder um amor, não se perca!
Se o achar, segure-o!

EU ESCREVI UM POEMA TRISTE

Eu escrevi um poema triste
E belo, apenas da sua tristeza.
Não vem de ti essa tristeza
Mas das mudanças do Tempo,
Que ora nos traz esperanças
Ora nos dá incerteza...
Nem importa, ao velho Tempo,
Que sejas fiel ou infiel...
Eu fico, junto à correnteza,
Olhando as horas tão breves...
E das cartas que me escreves
Faço barcos de papel!

Mario Quintana - A Cor do Invisível

POEMINHO DO CONTRA

Todos estes que aí estão
Atravancando o meu caminho,
Eles passarão.
Eu passarinho!

Mario Quintana

AH! OS RELÓGIOS

AH! OS RELÓGIOS

Amigos, não consultem os relógios
quando um dia eu me for de vossas vidas
em seus fúteis problemas tão perdidas
que até parecem mais uns necrológios...

Porque o tempo é uma invenção da morte:
não o conhece a vida - a verdadeira -
em que basta um momento de poesia
para nos dar a eternidade inteira.

Inteira, sim, porque essa vida eterna
somente por si mesma é dividida:
não cabe, a cada qual, uma porção.

E os Anjos entreolham-se espantados
quando alguém - ao voltar a si da vida -
acaso lhes indaga que horas são...

Mario Quintana - A Cor do Invisível

Fotografia

Estava passeando no interior de SP e resolví dar alguns cliques... o tempo estava se fechando para chover...



























































Portinari

Veja abaixo a assinatura de Portinari:












































Mestiço - 1934 - Óleo sobre tela - 81x61 cm


Candido Portinari nasceu no dia 29 de dezembro de 1903, numa fazenda de café em Brodoswki, no Estado de São Paulo. Filho de imigrantes italianos, de origem humilde, recebeu apenas a instrução primária de desde criança manifestou sua vocação artística. Aos quinze anos de idade foi para o Rio de Janeiro em busca de um aprendizado mais sistemático em pintura, matriculando-se na Escola Nacional de Belas Artes. Em 1928 conquista o Prêmio de Viagem ao Estrangeiro da Exposição Geral de Belas-Artes, de tradição acadêmica. Vai para Paris, onde permanece durante todo o ano de 1930. Longe de sua pátria, saudoso de sua gente, Portinari decide, ao voltar para o Brasil em 1931, retratar nas suas telas o povo brasileiro, superando aos poucos sua formação acadêmica e fundindo a ciência antiga da pintura a uma personalidade experimentalista a antiacadêmica moderna. Em 1935 obtém seu primeiro reconhecimento no exterior, a Segunda menção honrosa na exposição internacional do Carnegie Institute de Pittsburgh, Estados Unidos, com uma tela de grandes proporções intitulada CAFÉ, retratando uma cena de colheita típica de sua região de origem.


sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Fotografia Pop Art


Fotografias - Meus Olhares.

Estas são algumas fotografias que fiz...


no "Pinguinário"... em Santo André - São Paulo
(Parque SABINA)











No sítio... Parelheiros - SP














Pinacoteca do Estado... SP



















No sítio... Parelheiros - SP

































Pinacoteca do Estado... SP



















Flagrei... parque em SBC - SP






















museu da língua portuguesa...



























No sítio... Sorocaba - SP... lindo por-do-sol






















































































































museu da língua portuguesa...


































arquitetura... Praça da Sé...

































pinacoteca...


























Sorocaba...